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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Gilmore Girls Book TAG

Hoje decidi trazer algo diferente. Quando criei o blog, cheguei a responder a algumas tags e tinha guardado outras que me pareciam engraçadas e esta é uma delas. Adoro a série Gilmore Girls e desde que vi pessoas a responder a estas perguntas, que fiquei com vontade de o fazer também. Se ainda não viram esta série, não sei do que estão à espera! Recomendo muito, especialmente para quem gostar de livros, sentido de humor, sarcasmo, relações familiares, personagens determinadas e CAFÉ!
Então como é que isto funciona? Basicamente, alguém definiu uma frase relacionada a cada personagem, às quais devemos tentar corresponder um livro ou uma personagem de um livro.


Lorelai Gilmore: A character with a witty or sarcastic sense of humor

Eu adoro pessoas com sentido de humor e eu própria recorro tantas vezes ao sarcasmo, que por vezes quem me rodeia fica sem perceber bem se eu estava a falar a sério ou não. Ainda assim, foi-me muito difícil pensar num livro com personagens sarcásticas. Até que me lembrei de Orgulho e Preconceito, da Jane Austen e do pai da Elizabeth Bennet, que tem muito pouca paciência para os dramas da sua esposa, o que, através das mãos da Jane Austen, o coloca em diálogos bastante engraçados para o leitor, que lê neles o seu sarcasmo. (Tenho saudades deste livro...)


Rory Gilmore: Your favorite classic

Sou uma pessoa muito indecisa, então custa-me muito escolher qualquer coisa, ainda pior quando me pedem para escolher favoritos. Adoro ler livros clássicos, como falei recentemente neste post, então é difícil escolher só um. Adoro o Não Matem a Cotovia, da Harper Lee, o Jane Eyre, da Charlotte Brontë, entre outros, mas desta vez acho que tenho mesmo que escolher o Wuthering Heights, Emily Brontë. Adorei reler este livro e tenho a certeza que eu, pessoa que não costuma reler livros, irei reler este mais um milhão de vezes.




Luke: A book you secretly love, but are afraid to admit

Não consegui pensar em nenhum livro para esta categoria. Na verdade não tenho vergonha de qualquer livro que li. Tenho vergonha é daqueles que ainda não li!






Lane: A musical character

Demorei muito tempo a lembrar-me de alguém para esta categoria. Estava prestes a desistir, até que me lembrei de Senhor dos Anéis! Na Terra Média é típico criarem-se canções para imortalizar feitos históricos, então ao longo dos livros vão surgindo vários poemas que eram por eles cantados, especialmente durante as suas longas caminhadas. 





Dean: Your first book love

Esta foi fácil! Antes deste, houve um livro que foi o primeiro a prender-me à leitura, mas se estivermos a falar de crushes literárias (que na verdade não costumo ter), tenho que obviamente mencionar Crepúsculo, da Stephenie Meyer. Na altura em que li esta série, devorei-a. Foi ela que cimentou em mim o hábito da leitura e era com o Edward Cullen que sonhava explorar as florestas de Forks. E não, nunca me deixei seduzir pelos abdominais do Jacob!



Sookie: A book you’ve devoured

Para esta lembrei-me imediatamente de um livro que comprei e no próprio dia me sentei a folhear as primeiras páginas. Pensei que ia ler só o primeiro parágrafo, para matar a curiosidade que um livro acabado de comprar traz sempre consigo. Quando dei por ela, já não conseguia parar. Embora já me tenha esquecido de muita coisa desta história, lembro-me de ter gostado muito do primeiro contacto com a escrita do Albert Camus. Um dia preciso de o reler!




Jess: A book you love, that gets the most hate

Esta também é difícil, porque embora algumas pessoas não gostem deste livro, acredito que se deva ao contexto em que têm contacto com ele. Podia estar a falar d'Os Maias, do Eça de Queiroz, mas decidi escolher o Memorial do Convento, do José Saramago. Qualquer livro de leitura obrigatória levanta alguns ódios ou expressões de enfado, porque a maioria das pessoas não gosta de fazer coisas por obrigação. Já eu, adorei este livro e a oportunidade de o ter estudado em aula. Já com Os Maias, reconciliei-me anos mais tarde.




Miss Patty: A book that was ruined by the hype

Estive quase a não responder a esta, porque não sinto que tenha gostado menos de algum livro por causa da sua fama. A única pseudo resposta que poderia dar seria um livro que terminei esta semana, o Contos do Gin-Tonic, do Mário-Henrique Leiria. Tinha as expectativas muito elevadas em relação a este livro e, embora tenha sentido que a minha experiência com ele ficou aquém do esperado, não sinto que tenha sido pela sua fama.




Emily Gilmore: An expensive book

Não considero nenhum dos meus livros caros, porque não dou muito dinheiro por nada (eheh, pobre ou capricorniana - or both!). A maioria dos livros que tenho são em segunda mão ou comprados em saldos, então não tenho nenhum livro muito caro. Talvez os mais caros sejam livros técnicos, mas não vou incluir esses aqui. Escolhi esta edição do Anna Karenina, que comprei a metade do preço, mas fora os livros técnicos, deve ser o mais caro que tenho.





Paris: An uptight character

Foi difícil escolher alguém para aqui. Pensei na Hermione Granger, por ser uma pessoa empenhada, determinada, estudiosa e um bocadinho neurótica como a Paris. Ainda assim, decidi escolher a personagem mais control freak que conheci: o Ebenezer Scrooge, do A Christmas Carol (Charles Dickens).





Richard Gilmore: A character death you will never get over

Não, não vou escolher nenhuma personagem de Harry Potter (até porque ainda só li até ao quarto livro e até aí ainda não morreu ninguém com quem eu me importasse muito). Vou mesmo referir o meu querido Afonso da Maia! Meu deus... Reli Os Maias há mais ou menos um ano e já não me lembrava de quase nada, tirando a parte dos manos in love. Quando chego à parte em que o Afonso da Maia morre... Fiquei de coração partido! Era uma das minhas personagens preferidas... 




Logan: A character who has gone through the most development

Pensei imediatamente no Scrooge assim que li isto, porque é uma personagem que muda bastante ao longo da história. Ainda assim, decidi escolher outro livro, até porque adoro histórias em que acompanhamos personagens ao longo do tempo e as vemos desenvolverem-se. Com isto, lembrei-me da Jane Eyre! É um livro que quero muito reler e desta vez em inglês, porque adorei a primeira leitura. Conhecemos a Jane desde criança e acompanhamos enquanto se desenvolve numa mulher decidida e muito forte. Uma brilhante história feminista escrita na época vitoriana pela Charlotte Brontë! Quando tiver relido, venho aqui escrever sobre ele.


terça-feira, 30 de setembro de 2014

TOP "5": Séries da TV

Hoje apeteceu-me falar sobre as minhas séries televisivas preferidas. Algumas já sigo há bastante tempo, outras comecei há pouco e já se tornaram em preferidas. Algumas já acabaram, outras ainda estão no ar. Tentei reduzir isto a cinco, mas não consegui mesmo. Sou péssima no que toca a ter que fazer escolhas, eu sei.



1. One Tree Hill. Esta foi a primeira série que eu comecei a ver, já há muitos anos atrás. Adoro tudo nela. A história passa-se numa cidade fictícia, Tree Hill, nos EUA, onde vivem e estudam os personagens. Essencialmente, vamos seguindo a vida de uma série de adolescentes, durante o ensino secundário, até mesmo à vida adulta. Como não é uma série que se foca apenas numa determinada pessoa, é dada atenção a todas e há sempre alguém com quem nos identificamos. Pessoalmente, uma das maiores influências da pessoa em que me tornei, é mesmo uma das raparigas desta série (ah... Peyton Sawyer... saudades!). Além disso, a história nunca fica aborrecida, há sempre algo a acontecer com alguém. Ao longo das nove temporadas, vemos o grande crescimento dos personagens e é absolutamente impossível não nos apaixonarmos por eles. (Ah, saudades dos meus serões agarrada a estes episódios e a estas pessoas...)



2. Gilmore Girls. Esta foi uma dessas séries que vi há pouco tempo, mas que saltou rapidamente para a lista das preferidas. Basicamente, é-nos contada a história desta mãe, Lorelai Gilmore, que engravida durante a sua adolescência, mas que acha sensato não se casar imediatamente com o pai da sua filha, porque reconhece que são ambos muito novos e que, muito provavelmente, o casamento não daria bom resultado. Assim, Lorelai acaba por sair de casa dos seus sufocantes, ricos e demasiado-importados-com-as-aparências pais e vai morar sozinha com a filha para Stars Hollow. Lorelai acaba por dar o seu nome à filha, mas esta começa a ser tratada apenas por Rory. Sozinhas, estabelecem a melhor relação entre mãe e filha que eu já vi. Lutam pelo que querem, cometem os seus erros, têm desilusões e tudo mais, mas sempre juntas. Rory é, no fundo, a razão para eu ter começado a ver a série. É aquele personagem tipo Hermione Granger, que nos vai dar motivação para ler e estudar. A Lorelai é alguém super engraçada e sarcástica, uma super mãe, e, quem gosta de ler (e mesmo quem não gosta!) vai adorar a Rory. Enfim, são sete temporadas que vi num ápice e adorei.



3. Supernatural. Adoro esta série com todo o coração e vou ficar super triste quando terminar. Resumidamente, temos a história de dois irmãos, Dean e Sam Winchester, que vivem sozinhos com o pai, depois da morte trágica e anormal da sua mãe. Após esta morte e com as constantes ausências do seu pai, Dean vê-se responsável pelo seu irmão mais novo, Sam, e assim vão crescendo juntos, tornando-se inseparáveis. Com o tempo, vão-se apercebendo de que há criaturas estranhas e sobrenaturais no nosso mundo e que a profissão do seu constantemente-ausente-pai é acabar com essas mesmas criaturas e salvar pessoas, profissão que eles mesmos adoptam, "the family business". A série já vai para a décima temporada, por isso é impossível explicar tudo sem contar demais. 
No entanto, posso dizer que é algo muito bem feito, com uma grande história. As personagens são absolutamente fantásticas. Chegamos mesmo a gostar dos maus da fita. Além disso é super engraçada, especialmente devido às personalidades de alguns personagens... O que eu já me ri com eles! Enfim, não é uma série "parvinha" de adolescentes com seres sobrenaturais. Vale mesmo a pena ver!


4. Californication. Quem não conhece a série e só se cruzou com um episódio aleatório na tv, vai dizer que é só sexo. É mentira. Tem sexo, sim, mas não é pornografia. Em Californication, conhecemos o charmoso Hank Moody, que podemos comparar, em certos aspectos, ao escritor C. Bukowski. Hank é um escritor, apaixonado pelo álcool e, especialmente, por mulheres. Este é incapaz de resistir a uma mulher bonita, pior ainda quando esta o tenta seduzir. É aí então que está a razão para Karen, a mãe da sua filha, ter perdido a confiança que tinha nele e, apesar de se amarem, não conseguirem estar juntos por muito tempo. 
No entanto a história não se foca apenas neste casal, dando também atenção a outros personagens, como o agente e amigo de Hank, Charlie Runkle. Charlie é um personagem bastante engraçado e a relação entre ele e Hank é fantástica.
Já tenho saudades desta série... Recomendo muito!



5.1. Hannibal. Esta série é recente e, basicamente, conta a história do conhecido serial killer, Hannibal Lecter. É difícil explicar a história, porque, na minha opinião, é um pouco confusa e ainda está em construção. É daquelas séries em que, num momento temos a certeza de uma coisa, mas no episódio seguinte questionamo-nos se será mesmo assim. Ao longo dos episódios deparamo-nos com uma vários assassinatos bizarros e toda a investigação feita para encontrar o(s) culpado(s). Para essa investigação, contamos com a participação de Will Graham, um homem que consegue colocar-se no lugar do assassino e perceber como ocorreu o crime e a mensagem transmitida neste. É uma série super interessante a nível mental, muito bem pensada e filmada, visto que os efeitos são excelentes, bem como toda a imagem.



5.2. Game of Thrones. Estava farta de ouvir falar sobre esta série. Tentei resistir durante bastante tempo até, mas não consegui mais. Pelo que me parecia, esta série tinha vários aspectos que me agradavam e eu estava extremamente curiosa para ver o porquê de todo o alvoroço em redor dela. Inicialmente, foi confuso entrar na história e, às vezes, ainda é, porque nesta série não nos focamos apenas num ou noutro personagem. No geral, vamos assistindo à luta pelo trono, mas temos vários enredos e personagens para todos os gostos. Contudo, cuidado, não se apeguem muito a ninguém, porque há fortes probabilidades dessa pessoa morrer. Este é um dos aspectos mais comentados acerca da série baseada nos livros de George R. R. Martin, o facto de o autor não ter medo de matar personagens, mesmo correndo o risco de desagradar os fãs. É uma série com muita história, com grandes actores, crua e filmada brilhantemente. Não se assustem com o facto de os episódios serem de quase uma hora, porque é uma hora que passa sem darmos por ela e vale muito a pena.



5.3. Friends.Sempre quis ver esta série, mas só comecei há pouco tempo e o facto de ela já estar aqui é porque é mesmo boa. Não consigo dizer muito sobre ela, porque ainda vou nas primeiras temporadas, mas já estou a adorar. Em Friends, acompanhamos a vida destes cinco grandes amigos, que se apoiam incondicionalmente uns aos outros. É uma série cheia de comédia e onde encontramos alguns actores que hoje em dia são bastante conhecidos. É daquelas séries que nos deixam bem-dispostos e, além disso, os episódios são de vinte e poucos minutos. Recomendo mesmo!


5.4. Skins (UK). Esta também tinha que estar aqui. É uma série de adolescentes diferente do que estamos acostumados a ver. É crua e toca em vários temas importantes na adolescência sem tabus, desde a homossexualidade, drogas, sexo, problemas familiares e entre amigos, até aos transtornos alimentares, suicídio e bullying. Existem sete temporadas, duas para cada geração de jovens, sendo que a última é uma espécie de final para alguns personagens mais marcantes. Acho que, por ser mais realista (apesar de alguns exageros, visto que nem toda a gente tem uma vida assim), as pessoas  que a vêem acabam por se identificar com alguém. Além disto, tem uma banda sonora excelente.